MANUFACTURING EXECUTION SYSTEM

A FÁBRICA FINALMENTE RESPONDE.

O RL MES transforma planejamento em execução controlada. Engenharia, PCP, capacidade, apontamento, qualidade, manutenção e OEE trabalham sobre a mesma verdade operacional.

CARREGANDO CAMADA 3D
VISIBILIDADE24 / 7
BASE OPERACIONALÚNICA
DECISÃOEM TEMPO REAL
SCROLL
01 — ENTRE O PLANO E O REAL

O ERP DIZ O QUE
DEVERIA ACONTECER.
O MES MOSTRA O QUE ESTÁ ACONTECENDO.

Uma ordem planejada não é produção realizada. Entre a promessa e a entrega existem máquinas, pessoas, calendários, setups, indisponibilidades, desvios de qualidade e decisões que mudam a sequência do dia.

O RL MES ocupa exatamente essa camada: recebe o plano, acompanha a execução e devolve ao processo uma leitura confiável do que fazer agora.

01

Capturar o fato

Inícios, pausas, paradas, produção, refugo, retrabalho, inspeções e eventos de máquina.

02

Interpretar o impacto

Atraso, gargalo, ociosidade, sobrecarga, perda de disponibilidade e risco de prazo.

03

Orientar a próxima ação

Reprogramar, priorizar, bloquear, liberar, acionar manutenção ou atacar a causa correta.

0%RASTREABILIDADE DO FLUXO
0/7VISIBILIDADE DA OPERAÇÃO
0×FONTE ÚNICA DE VERDADE
0+PLANILHAS PARALELAS NECESSÁRIAS
02 — INTELIGÊNCIA APLICADA
CAPTURARDECIDIR
DADO BRUTO

A FÁBRICA
GERA SINAIS.

Ordens, apontamentos, tempos, paradas, capacidade, qualidade e manutenção entram como eventos separados.

DECISÃO INDUSTRIAL

O MES DEVOLVE
PRIORIDADE.

O mesmo dado retorna como alerta, sequência, causa, risco de prazo e ação recomendada para a operação.

03 — ARQUITETURA VIVA

UMA FÁBRICA
QUE SE EXPLICA.

Os dados circulam entre planejamento, operação e gestão. Esta arquitetura representa a lógica central do RL MES: capturar, processar, decidir e devolver ação ao processo.

ERP / ENGENHARIAOrdens, produtos, estruturas e roteiros.
PCP E CAPACIDADESequência, carga, prazo e disponibilidade.
CHÃO DE FÁBRICAMáquinas, pessoas, eventos e produção real.
QUALIDADEInspeções, bloqueios, refugo e retrabalho.
MANUTENÇÃOParadas, falhas, MTTR e disponibilidade.
GESTÃO E OEEAnálise, alerta, tendência e decisão.
RL MESEXECUTION
INTELLIGENCE CORE
04 — SISTEMA REAL

NÃO É UM MOCKUP.
É O CENTRO DA OPERAÇÃO.

O PCP Visual concentra ordens, recursos, prioridades, alertas, capacidade e andamento. A programação deixa de ser uma planilha congelada e passa a responder ao estado real da fábrica.

CAPACIDADEATUALIZADAJornada · eficiência · recursos
PROGRAMAÇÃORECALCULÁVELPrioridade · sequência · prazo
RL MES / PCP VISUALLIVE
Tela real do PCP Visual do RL MES
05 — CAMADAS DA OPERAÇÃO

UM SISTEMA.
VÁRIAS DECISÕES CONECTADAS.

Capacidade e carga no RL MES PCP Visual no RL MES Apontamento de produção no RL MES Centro de controle de produção Manutenção preventiva OEE e análises industriais
01CAPACIDADE E CARGADADOS REAIS DO SISTEMA
01 / PLANEJAR

Capacidade que respeita calendário, eficiência e recurso.

Compare capacidade bruta, capacidade efetiva, carga programada e disponibilidade por setor, máquina e período. Horas extras, jornadas, eficiência e indisponibilidades deixam de ficar fora da conta.

  • Carga por máquina, setor e dia
  • Alertas de sobrecarga e ociosidade
  • Calendários, turnos e horas extras
  • Simulação de prazo e impacto
02 / SEQUENCIAR

Uma programação visual que muda com a fábrica.

Ordens são distribuídas conforme prioridade, capacidade, operação anterior, setup, disponibilidade e prazo. O PCP enxerga restrições antes que elas virem atraso.

  • Sequenciamento por recurso
  • Programação por setor e máquina
  • Restrições e bloqueios visíveis
  • Reprogramação com leitura de impacto
03 / EXECUTAR

O evento nasce onde a produção acontece.

Operadores registram início, pausa, parada, produção, refugo e retrabalho no contexto da ordem e da operação. O histórico não depende de lançamento posterior.

  • Ordem, operador, máquina e operação
  • Produção boa, refugo e retrabalho
  • Motivos de parada padronizados
  • Rastreabilidade de cada evento
04 / CONTROLAR

A ordem inteira, não apenas uma tela isolada.

O centro de controle acompanha avanço, status, gargalos, liberações, bloqueios e eventos críticos. Engenharia, PCP e chão de fábrica enxergam a mesma ordem sob perspectivas diferentes.

  • Avanço por operação e setor
  • PEA, ordens e agrupamentos
  • Bloqueio por processo, qualidade ou manutenção
  • Histórico completo da execução
05 / DISPONIBILIZAR

Manutenção conectada ao impacto produtivo.

Preventivas, corretivas, falhas, MTTR e indisponibilidade compartilham a mesma base da produção. O PCP deixa de programar como se toda máquina estivesse sempre disponível.

  • Planos preventivos e ordens de manutenção
  • Histórico de falhas e causas
  • MTTR, disponibilidade e recorrência
  • Impacto direto sobre capacidade e prazo
06 / APRENDER

O indicador termina na causa — não no número.

Disponibilidade, performance e qualidade são ligados aos eventos que explicam o resultado. A análise mostra onde a perda começou e qual ação pode recuperar capacidade.

  • OEE por período, recurso e setor
  • Produção, perdas e paradas
  • Tendências, alertas e comparativos
  • Base para planos de ação e IA
06 — 90 SEGUNDOS DENTRO DO SISTEMA

DA CARGA
AO OEE.
SEM TROCAR DE VERDADE.

O mesmo dado percorre o planejamento, a execução, a análise e a gestão. Veja o RL MES trabalhando como uma única camada operacional.

01PCP, execução e análise na mesma sequência
02Dados reais atravessando todos os módulos
03Decisão sem depender de consolidação manual
RL MES / LIVE SYSTEMREC · 1.4×
00:0001:30
CAPTURA OPERACIONAL1920 × 1080EXECUÇÃO EM TEMPO REAL
07 — ESCOPO COMPLETO

NÃO É UMA TELA.
É A INFRAESTRUTURA DA EXECUÇÃO.

Os módulos abaixo não trabalham como ilhas. Todos compartilham produtos, ordens, roteiros, recursos, eventos e histórico.

01

Engenharia do produto

Estruturas, volumes, peças, componentes e níveis produtivos.

02

Produtos e roteiros

Sequência operacional, máquinas, tempos e regras de processo.

03

Ordens de produção

Quantidade, prazo, prioridade, status e histórico completo.

04

PCP Visual

Programação por recurso, setor, dia, prioridade e restrição.

05

Capacidade e carga

Jornada, eficiência, horas extras, ocupação e sobrecarga.

06

Famílias de setup

Redução de trocas e melhor agrupamento da sequência produtiva.

07

Apontamento

Início, pausa, parada, produção, refugo e retrabalho.

08

Máquinas e setores

Disponibilidade, permissões, calendários e recursos produtivos.

09

Qualidade

Inspeções, bloqueios, não conformidades e planos de reação.

10

Rastreabilidade

Genealogia da ordem, operação, operador, máquina e evento.

11

Manutenção

Preventiva, corretiva, falhas, MTTR e indisponibilidade.

12

OEE e dashboards

Disponibilidade, performance, qualidade, perda e tendência.

13

Simulação de prazo

Leitura de impacto antes de assumir ou alterar uma programação.

14

Alertas inteligentes

Desvios, riscos, gargalos e eventos críticos priorizados.

15

Análises e IA

Correlação de causas, sugestões e apoio à tomada de decisão.

16

Gestão executiva

Indicadores consolidados sem perder o vínculo com o fato real.

08 — FLUXO INDUSTRIAL REAL

DO PLANO
À EXECUÇÃO.
SEM PERDER O CONTEXTO.

Independentemente do produto, do material ou do arranjo produtivo, toda fábrica precisa conectar engenharia, demanda, capacidade, execução, qualidade, disponibilidade e decisão. O RL MES mantém essa linha operacional viva do início ao fim.

RL MES / FLUXOGRAMA OPERACIONAL DA ORIGEM DO DADO À AÇÃO NA FÁBRICA
01ENGENHARIA & PROCESSOproduto · item · estrutura · roteiro · fórmula
02DEMANDA & ORDENSpedido · previsão · lote · prioridade · prazo
03PLANEJAMENTO & CAPACIDADEcarga · recurso · sequência · turno · simulação
RL MES ORQUESTRAÇÃO OPERACIONAL captura · interpreta · decide · devolve ação
04EXECUÇÃO & APONTAMENTOordem · operador · máquina · célula · evento
05QUALIDADE & RASTREABILIDADEinspeção · bloqueio · não conformidade · genealogia
06DISPONIBILIDADE & MANUTENÇÃOsetup · parada · falha · preventiva · MTTR
07ANÁLISE & DECISÃOprazo · OEE · causa · alerta · próxima ação
IDENTIDADE OPERACIONALORDEM · LOTE · ITEM
CONTEXTO DO RECURSOMÁQUINA · LINHA · CÉLULA
CONTROLE DO PROCESSOQUALIDADE · PARADA · SETUP
RESULTADO CONECTADOPRAZO · OEE · CAUSA
BASE DO PROCESSOENGENHARIA VALIDADA
01 / ENGENHARIA E PROCESSO

O processo nasce estruturado.

Produtos, itens, estruturas, fórmulas, receitas, roteiros, tempos, parâmetros e versões formam a base que orienta o restante da execução.

ENTRADAPRODUTO + PROCESSO
DECISÃOROTA + RECURSOS
SAÍDABASE INDUSTRIAL VALIDADA
ESTRUTURARECEITA / BOMROTEIROTEMPO PADRÃOVERSÃO
CARTEIRA DE PRODUÇÃOPRIORIDADES SINCRONIZADAS
02 / DEMANDA E ORDENS

A necessidade vira compromisso operacional.

Pedidos, previsões, ordens, lotes, quantidades, prioridades e prazos entram com uma identidade única, sem perder o vínculo com a origem.

ENTRADADEMANDA + PRAZO
DECISÃOPRIORIDADE + LOTE
SAÍDACARTEIRA OPERACIONAL
PEDIDOOPLOTEPRIORIDADEPRAZO
PCP E CAPACIDADECARGA E RESTRIÇÃO VISÍVEIS
03 / PLANEJAMENTO E CAPACIDADE

O plano passa a respeitar o chão de fábrica.

Capacidade, jornada, eficiência, disponibilidade, sequência, setup e prazo são lidos em conjunto para que a programação responda ao cenário real.

ENTRADAOP + RECURSO
DECISÃOCARGA + SEQUÊNCIA
SAÍDAPROGRAMAÇÃO VIÁVEL
PCPCAPACIDADESETUPSIMULAÇÃOPRAZO
CHÃO DE FÁBRICAEVENTO CAPTURADO NA ORIGEM
04 / EXECUÇÃO E APONTAMENTO

A operação registra o fato no momento em que acontece.

Início, pausa, parada, produção, refugo e retrabalho ficam ligados à ordem, ao operador, à máquina, à linha ou à célula onde o evento nasceu.

ENTRADAORDEM EM EXECUÇÃO
DECISÃOEVENTO + CONTEXTO
SAÍDAHISTÓRICO CONFIÁVEL
APONTAMENTOOPERAÇÃOMÁQUINAOPERADOREVENTO
QUALIDADE E RASTREABILIDADECONFORMIDADE SEM PERDER O VÍNCULO
05 / QUALIDADE E RASTREABILIDADE

Conformidade, bloqueio e genealogia dentro do mesmo fluxo.

Inspeções, não conformidades, liberações e bloqueios continuam conectados ao lote, item, operação, recurso e histórico do processo.

ENTRADAPEÇA + LOTE + EVENTO
DECISÃOAPROVAR + BLOQUEAR
SAÍDAGENEALOGIA COMPLETA
INSPEÇÃONÃO CONFORMIDADELOTEGENEALOGIABLOQUEIO
DISPONIBILIDADE DO RECURSOMANUTENÇÃO CONECTADA AO IMPACTO
06 / DISPONIBILIDADE E MANUTENÇÃO

O recurso deixa de ser tratado como sempre disponível.

Falhas, preventivas, corretivas, paradas, setup e MTTR entram no mesmo contexto do planejamento e explicam o impacto sobre a entrega.

ENTRADARECURSO + OCORRÊNCIA
DECISÃOLIBERAR + INTERDITAR
SAÍDACAPACIDADE ATUALIZADA
MANUTENÇÃOPARADASETUPDISPONIBILIDADEMTTR
INTELIGÊNCIA OPERACIONALDADO CONVERTIDO EM AÇÃO
07 / ANÁLISE E DECISÃO

O dado retorna para mudar o próximo ciclo.

Prazo, OEE, perdas, causas, capacidade, risco e tendência se transformam em alerta, prioridade, reprogramação e ação recomendada para a operação.

ENTRADAEVENTOS CONECTADOS
DECISÃOCAUSA + IMPACTO
SAÍDAPRÓXIMA MELHOR AÇÃO
OEEALERTACAUSATENDÊNCIAREPROGRAMAÇÃO
UMA LINHA DE CONTEXTO DO INÍCIO AO FIM

O processo muda. O vínculo permanece.

Uma prioridade pode mudar, um recurso pode parar, uma inspeção pode bloquear e o prazo pode ser recalculado. Mesmo assim, o RL MES preserva a identidade operacional e mostra como cada fato alterou o resultado.

PRODUTO / ITEMORDEM / LOTEOPERAÇÃORECURSOEVENTOQUALIDADEINDICADORDECISÃO
01Quem executou, quando, em qual recurso e sob qual condição.
02Qual restrição alterou a sequência, a capacidade ou a liberação.
03Qual evento gerou perda, atraso, desvio de qualidade ou indisponibilidade.
04Como o fato impactou prazo, OEE, custo operacional e próxima decisão.
RL MES / CENTRO DE CONTROLELIVE
Centro de controle do RL MES acompanhando ordens, recursos, eventos e indicadores
ORDEM / LOTEIDENTIDADE ATIVA
RESTRIÇÃOIMPACTO VISÍVEL
DECISÃOPRÓXIMA AÇÃO
09 — APLICAÇÃO

A LÓGICA É INDUSTRIAL.
O PROCESSO É O SEU.

01

Móveis seriados

Produtos multinível, volumes, PEA, corte, borda, furação, pintura, embalagem e controle de capacidade por setor.

PROCESSO DISCRETO
02

Metalmecânico

Roteiros complexos, máquinas críticas, setup, apontamento por operação, manutenção e rastreabilidade de lotes.

ALTA VARIEDADE
03

Autopeças e automotivo

Sequenciamento, sincronização de estações, qualidade, conformidade e histórico de cada componente.

RITMO E QUALIDADE
04

Alimentos e bebidas

Receitas, lotes, tempos, inspeções, rastreabilidade e controle de eventos críticos do processo.

LOTE E SEGURANÇA
05

Eletrônicos e bens de consumo

Alto volume, variação de linha, controle de componentes, produtividade, perdas e resposta rápida.

PRECISÃO E ESCALA
10 — EVOLUÇÃO

COMECE PELO CONTROLE.
EVOLUA PARA INTELIGÊNCIA.

01 / BASIC

Base operacional

Estruture produtos, setores, máquinas, ordens, apontamentos e dashboards para sair do controle paralelo.

  • Engenharia e produtos
  • Ordens de produção
  • Apontamentos
  • Máquinas e setores
  • Dashboards
CONHECER A VERSÃO ↗
03 / BUSINESS

Inteligência industrial

Adicione análises, alertas, simulações e apoio à decisão para antecipar desvios e priorizar ações.

  • Agente e alertas IA
  • Análises e sugestões
  • Planos de ação
  • Simulação de prazo
  • Gestão executiva
CONHECER A VERSÃO ↗
11 — PERGUNTAS DIRETAS

ANTES DA DEMONSTRAÇÃO.

01O RL MES substitui o ERP?+

Não. O ERP continua responsável pela gestão corporativa e pelo planejamento de nível superior. O RL MES opera entre esse plano e o chão de fábrica, controlando a execução real e devolvendo informações confiáveis.

02É necessário conectar todas as máquinas?+

Não. A implantação pode combinar apontamento humano, leitura de arquivos, integração com equipamentos e automação progressiva. O projeto começa pelo fluxo que gera maior impacto.

03O sistema considera jornada e eficiência?+

Sim. Capacidade e programação podem considerar calendários, turnos, horas extras, eficiência, disponibilidade, manutenção e regras específicas de cada recurso.

04Como funciona a rastreabilidade?+

Cada evento fica ligado à ordem, produto, operação, setor, máquina, operador e horário. Isso permite reconstruir o caminho completo e localizar a origem de desvios.

05É possível começar por poucos módulos?+

Sim. A implantação pode iniciar pela base operacional e evoluir para PCP, qualidade, manutenção, OEE e inteligência sem reconstruir a estrutura.

06O RL MES serve apenas para móveis?+

Não. A lógica atende processos discretos e seriados em diferentes segmentos. O modelo de dados, roteiros, recursos e controles é configurado conforme o processo industrial.

12 — PRÓXIMO PASSO

SUA FÁBRICA
JÁ ESTÁ
FALANDO.

Apresente o seu fluxo produtivo. A demonstração será orientada pelo cenário real da sua operação, não por uma sequência genérica de telas.